sexta-feira, 8 de julho de 2011

ORKUT - FILHOS DE PADRES CASADOS

Essa comunidade foi criada para o encontro dos filhos de "padres casados" que fizeram parte do MPC- Movimento dos padres casados ou não.
idioma: Português (Brasil)
categoria: Outros
tipo: público
privacidade do conteúdo: aberta para não-membros
local: Brasil
criado em: 23 de janeiro de 2005
membros: 123

VAMOS TRANSFORMÁ-LO EM UM FORUM DE DEBATES E CONVIVÊNCIA VIRTURAL.

terça-feira, 5 de julho de 2011

PILARES DO MFPC CEARÁ: Pe. José Jacques Moura - IN MEMORIAM


Nasceu na cidade de Ipueiras no dia 7 de março de 1924, filho do Sr. José Rodrigues Moura e Srª. Luzia Cavalcante Moura fez o nível médio no seminário São José na cidade de Sobral, foi para a cidade de Fortaleza, onde cursou Filosofia e Teologia.

Ordenou-se sacerdote no dia 7 de novembro de 1948, de inicio foi nomeado vigário da cidade de Cariré, pertencente a diocese de Sobral, permaneceu da paróquia de Cariré até o ano de 1951.

Chegou à cidade de Independência, no dia 6 de janeiro de 1952, cidade que iria mudar seu destino e sua vida, ao chegar ao município já encontrou um desafio árduo e um sofrimento inclemente.

Foi capelão do Instituto Bom Pastor (1972 / 1973).

Vigário da paróquia Senhor do Bonfim (1973 / 1974).

Após dezoito anos de serviços religiosos na pastoral de Independência, mudou-se para a cidade de Fortaleza. No dia 7 de fevereiro de 1975 solicitou ao Bispo e obteve a dispensa das obrigações sagradas ordens.

Casou-se no dia 6 de junho de 1975 com o Srª Antonia Gesseny de Brito tiveram dois filhos: Jacques e Bergson

ENCONTRO - FILHOS - MFPC - CEARÁ

"Só existe uma coisa melhor que fazer novos amigos: reencontrar os antigos amigos!"
MFPC Jovem

No dia 03 de julho passado tivemos um lindo encontro dos filhos do MFPC (Ceará) na casa da Aninha e do Nikolai. Agradecemos a este lindo casal a maravilhosa acolhida.
Nesta data foi apresentada a equipe de Coordenação do MFPC - Jovem - Ceará:
Pepé e Rejane - Casal Presidente.
Lauro Filho e Adriana - Casal Secretario.
Ana Cristina e Nikolai - Casal Tesoureiro.
Desde já desejmos sucesso a estes jovens no comando desta grande missão de união dos filhos do MFPC.

Na reunião contamos com a presença de 14 filhos(as) com esposas(os): Aninha e Nikolai, Lauro Filho e Adriana, Pepé e Rejane, Kharissia, Hélia Karine, João Salmito Filho e Jamile, Idelfonso Salmito e Juliana, Jacques Filho e Ursula, Venceslau Filho e Cynara, Sara Maria e Renato, João Victor e Ana Paula, Michaele, João Nogueira, José Carlos e Rosa(Mãe). Contamos ainda com a presença da Coordenação do MFPC (Ceará): Morais e Irismar, Carlos e Rosa, Aroldo e Margarida. Ainda tivemos a grande presença do casal Elmas e Joselila bem como da Senhora Ester Mota (viúva do inesquecível Lauro Mota) que nos recebeu com o entusiasmo e carinho de sempre.
Desde já agradecemos a presença de todos e lembramos de nossa próxima reunião que acontecerá no dia 06 de agosto na casa do Casal João Victor e Ana Paula - 19h.

Carlos e Rosa - Secretaria MFPC - Ceará

domingo, 3 de julho de 2011

Há concordância quanto a condenar a homofobia

Autor de livro sobre a homossexualidade na Igreja afirma que a instituição ainda não dá orientação clara
Fonte: http://www.estadao.com.br/
José Maria Mayrink – O Estado de S.Paulo
ENTREVISTA – Edênio Valle, padre e psicólogo
Polêmica. Para padre Edênio, revisão da lei canônica que impõe o celibato é necessária
Do papa aos formadores de seminaristas, as autoridades da Igreja Católica se preocupam com as tendências homossexuais de candidatos ao sacerdócio e à vida religiosa, mas não conseguem apontar o que se deve fazer para enfrentar as mudanças no campo afetivo que invadem seminários e conventos.
Numa visão psicoterapêutica e pedagógica, o padre e psicólogo Edênio Valle discute no livro Tendências Homossexuais em Seminaristas e Religiosos (Edições Loyola), escrito em colaboração com Deolino Baldissera, Eliana Massih e Ênio Brito Pinto, também psicólogos, o desafio enfrentado pela Igreja. Para os autores, os escândalos de pedofilia no clero forçaram o Vaticano a tomar posição, mas a questão é mais ampla.
Leia a seguir a entrevista.
A Igreja se esforça para acompanhar os seminaristas com tendências homossexuais?
Há uma preocupação e um esforço. Mas os documentos e instruções oficiais não são suficientes do ponto de vista do que se deve fazer. Tendem a ficar na repetição do que é essencial e a permanecer no campo dos princípios e da doutrina.
Esses textos tratam mais dos escândalos de pedofilia ou se estendem à formação e acompanhamento de portadores de tendências homossexuais?
Os escândalos provocados pelo comportamento do clero de vários países foram o estopim de algumas tomadas de posição da Igreja. A respeito da homossexualidade, existem documentos da autoridade eclesiástica que se referem aos problemas e polêmicas sobre o assunto. São posicionamentos independentes da questão da pedofilia ou da homossexualidade no clero. Eles representam uma reação aos debates que se dão na opinião pública. Têm a ver também com a força política que o movimento gay adquiriu nos últimos tempos. Outro ponto que mexe com a Igreja é a veemência com que a maior parte do fogo se concentra contra a Igreja Católica e contra o papa. Os documentos sobre a pedofilia, de cunho mais jurídico, tendem a ser cada vez mais duros e exigentes no plano dos procedimentos a serem observados. Já não é o que ocorre nos documentos referentes à homossexualidade, mais voltados para a formação e o acompanhamento dos seminaristas e padres.
Há resistência da Igreja e dos formadores a recorrer ao auxílio de psicólogos e outros especialistas nos seminários e conventos?
Houve e ainda há resistência, tanto na Igreja Católica quanto nas protestantes históricas. Julgo ser, em boa parte, uma questão de desinformação. Vejo algo análogo em setores não religiosos e acadêmicos mais conservadores. Há uma concordância quanto à necessidade de se condenar a homofobia. Até o catecismo da Igreja Católica reconhece e afirma os direitos de pessoas com tendência homossexual dentro e fora da Igreja. A questão da união civil entre indivíduos do mesmo sexo não encontra concordância tão grande, em especial se sob essa designação fala de casamento, no sentido católico de sacramento e/ou no sentido adotado pela Constituição brasileira.
Não houve uma evolução?
Muitos seminários católicos têm hoje psicólogos acompanhando os jovens. Há exceções, naturalmente. O problema é que alguns casos são bastante complicados e precisam de tratamento. “Sair do armário” só não resolve o problema psicológico de fundo.
Qual é a orientação da Igreja se um seminarista não parece capaz de assumir o compromisso do celibato?
As normas quanto às condições afetivas/sexuais a serem exigidas de um candidato ao presbiterado são as mesmas para todos, independentemente de sua orientação sexual. Na prática, a tendência homossexual acaba ocupando mais espaço e gerando mais preocupação.
Como a Igreja reage à manifestação de movimentos gays que reivindicam a ordenação de homossexuais como um direito?
A Igreja tem sido firme quanto ao princípio em si e não há indícios de mudança. A mera pressão gay não deve mudar seu ponto de vista. Na prática, porém, essa firmeza já não é tão radical. Daí talvez o fato de haver uma preocupação maior com os candidatos de tendência homoafetiva.
O fim do celibato seria solução para a sexualidade no clero?
É preciso distinguir o fim do celibato do fim da lei do celibato. Na Igreja Católica, só uma minoria propõe seriamente o fim do celibato. Na espiritualidade cristã, o que conta é a liberdade e não a lei. Enquanto lei canonicamente imposta, o celibato precisa ser revisto. Sendo livre, o celibato ajudaria no sentido de uma melhor vivência da sexualidade por parte dos ministros da Igreja.

TRÊS PILARES - MFPC - CEARÁ - IN MEMORIAM


PADRE JOÃO MENDES DE ANDRADE
Ao mundo: 07 de outubro de 1930
A Deus: 21 de abril de 1990.

"Uma vida de fé, doação, exemplo de amor, dedicada ao trabalho do irmão!"



PADRE JONAS BARROS
Ao mundo: 08 de maio
A Deus: 25 de abril
"Personalidade integra, de exemplos marcantes e inconfundíveis, voltados para a indústria do conhecimento e da cultura. Grande fundador do MPC Ceará"


Padre Lauro Nogueira Sá Mota
Ao mundo: 31 de maio de 1939
A Deus: 28 de abril de 2008
"Sua vida foi a expressão profunda dos Sacramentos que recebeu. Foi juntamente com outros companheiro o condutor, o criador, o idealizador, a cabeça-mestre que impulsionava o MPC-Ceará"

ASSOCIAÇÃO RUMOS - QUEM SOMOS

A Associação Rumos foi fundada em 16 de Agosto de 1986, na cidade de Brasília, Distrito Federal, para congregar os padres, oriundos do clero da Igreja Católica Romana no Brasil, que deixaram o exercício do ministério sacerdotal para casar. É uma sociedade civil de direito privado, de âmbito nacional, com finalidades assistenciais, filantrópicas, culturais e educacionais, sem fins lucrativos, com sede e foro em Brasília.
Representa os mais de cinco mil padres casados do Brasil e suas famílias, que formam o Movimento das Famílias dos Padres Casados (MFPC). A Associação Rumos foi criada para servir ao MFPC como personalidade jurídica, estrutura e objetivos determinados, de acordo com as exigências legais do país.
Sendo assim, a Associação Rumos tem como objetivo ser o suporte jurídico e financeiro do Movimento das Famílias dos Padres Casados – MFPC, além de promover a mútua ajuda entre os associados, contribuindo para a sua realização pessoal, familiar, profissional e religiosa, cultivando a amizade entre os padres egressos do ministério e suas famílias.
Buscamos o diálogo com as instituições, Organismos Religiosos e Sociais, dentro de uma perspectiva ecumênica. Não somos um grupo de contestação contra a Igreja Católica Romana ou qualquer autoridade eclesiástica.
Lutamos pelo reconhecimento do ministério dos padres casados, implantação do celibato opcional na Igreja Católica Romana e valorização do papel da mulher na Igreja.
Incentivamos a prática pastoral em novas e múltiplas formas de ministério, respeitando-se as diversas opções tomadas pelos padres casados no seu novo caminho de serviço a Deus e aos irmãos. O fato de terem deixado o sacerdócio ministerial na Igreja Romana, não tem impedido que inúmeros padres casados continuem a exercer variadas formas de atividades pastorais nas comunidades em que vivem. Alguns desses sacerdotes casados, inclusive, optaram pelo exercício pleno do ministério presbiteral em outras igrejas cristãs.
A Associação Rumos e o Movimento das Famílias dos Padres Casados – MFPC – promovem, a cada dois anos e em diversas cidades do Brasil, encontros nacionais para eleição da sua diretoria e estabelecimento de novas diretrizes, além de alegre convívio fraterno entre nossas famílias. Publicamos também, bimestralmente, o JORNAL RUMOS.