sábado, 27 de outubro de 2012

SITE MOVIMENTO DAS FAMÍLIAS DOS PADRES CASADOS DO CEARÁ


JÁ esta no ar o site do MOVIMENTO DAS FAMÍLIAS DOS PADRES CASADOS DO CEARÁ.

Nele você pode encontrar diversas informações, textos, notícias, história do MPFC, livros publicados por padres casados e temas diversos.



Para acessar basta clicar no link abaixo:




http://padrescasadosceara.comunidades.net

HARMONY BUFFET


                                    Harmony Buffet                     




O BODE EXPIATÓRIO

Nesta semana estamos celebrando no Brasil um importante rito de expiação. Segundo a tradição, um bode expiatório (de nome José Genoíno) está sendo sacrificado no altar da honorabilidade nacional. Logo depois, ele será precipitado do alto do terraço do templo, rio abaixo. Aí vamos todos entoar louvores a Deus e respirar aliviados, pois estamos de novo purificados e regenerados.
A grande mídia (Globo, Veja, Isto é, etc.) terá a incumbência de celebrar o momento proclamando que doravante ‘o Brasil mudou’. Os pecados do PMDB, PSDB, etc. e todos os malfeitos do passado desaparecem no momento em que a vítima (que significativamente é do PT) é precipitada para baixo. O sumo sacerdote Joaquim Barbosa vai remover penosamente o pesado reposteiro que separa o santo dos santos de nosso pobre mundo pecaminoso e vai oferecer a Deus o cálice com o sangue do cordeiro imolado.
Contudo, essa celebração deixará um gosto amargo para quem não consegue esquecer três coisas que nos incomodam a mente nestes dias.
Em primeiro lugar, ritos expiatórios não são novidade na história humana. Os documentos que nos restam da primeira história da humanidade, dos tempos dos caldeus, assírios, babilônicos, egípcios, gregos e romanos, atestam invariavelmente celebrações solenes de ritos em que uma vítima é sacrificada para livrar a comunidade toda da ira de Deus.
Esses documentos estão à disposição de todos, seja em forma de tabuletas de cera, em tiras de papiro ou ainda em ruínas de monumentos antigos que qualquer turista pode encontrar em países como o Iraque, a Turquia ou o Egito. Os ritos expiatórios pressupõem que Deus seja tão vingativo como nós. O que causa estranheza é que eles continuam inalterados, mesmo após a chegada do cristianismo, a revolução francesa e a instalação das democracias modernas. Nesta semana, o ritual chega ao supremo tribunal federal em Brasília

Um segundo ponto. No novo testamento existe uma carta, escrita por volta do ano 65 (35 anos depois da morte de Jesus), que se chama ‘Carta aos Hebreus’. Trata-se de um texto indignado contra a ideia de que Jesus teria sido ‘o cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo’. O autor argumenta que essa ideia é totalmente contrária ao que dizem os profetas e, mais ainda, ao que vivenciou o próprio Jesus, que não tinha a intenção de se ‘sacrificar’ e ‘salvar a humanidade da ira de Deus’, mas lutou ferrenhamente pela justiça em sua terra natal e por isso se chocou com as autoridades, sendo cruelmente torturado e assassinado.
Mas, de novo, o estranho acontece. Embora não exista nada mais distante de Jesus que a ideia de um Deus vingativo (ele proclamou sempre que Deus é amor), a ideia de ‘Jesus cordeiro’ prevalece até hoje na mente de muitos cristãos que confundem eucaristia (banquete de fraternidade) e ‘santo sacrifício da missa’. Uma confusão que só pode ser superada por uma leitura inteligente, atenta, autônoma e livre do novo testamento.
Uma terceira observação: o rito ‘justiceiro’ desta semana mostra que não podemos dizer que vivemos numa sociedade cristã, mesmo vendo o grande crucifixo pendurado no tribunal supremo, acima da cadeira do presidente Aires Brito (por quem cultivo o maior respeito). Pois esse crucifixo, para quem toma a sério as coisas e não brinca levianamente com símbolos, nos remete ao oitavo capítulo do evangelho de João. Conhecemos a história: letrados e fariseus trazem diante de Jesus uma mulher casada, surpreendida com outro homem, e eles argumentam que, diante da lei, essa mulher deve ser apedrejada. Aí Jesus responde: ‘quem não tiver pecado atire a primeira pedra’.

Eduardo Hoornaert - MFPC - BAHIA

ENCONTRO MFPC - MUDANÇA DE PERFIL E PARADIGMA


    O lema de Fortaleza significa força, valor, coragem. Por isso não foi surpresa a organização do Encontro Nacional no SESC-Iparana/Caucaia, tendo como anfitriões as famílias dos padres casados cearenses que fazem jus ao nome de sua cidade e a sua história. Também, pudera, o Ceará será sempre lembrado pelos grandes ícones, entre outros, José de Alencar, D. Helder Câmara e o imponente Dragão do Mar, herói na libertação dos escravos. Cabeças pensantes que deixaram marcas e até hoje influenciam.

    O XIX encontro nacional com transmissão "on line" para o mundo foi uma novidade. Lá estavam 143 participantes, a maioria casais, viúvas, filhos, representantes da Argentina, Chile e México, alguns colegas acompanhados de suas esposas e também padres da ativa.

    A capacidade de organização e abnegação dos nossos colegas que vestiram o avental e toparam sediar o evento superou as nossas expectativas. Mas há razões muito fortes para que isto acontecesse.

    Na origem da formação do grupo de Fortaleza existia a liderança e o carisma de Lauro Mota e a presença em Fortaleza do cardeal D. Aloísio Lorsheider que, em seu tempo, deu abertura e receptividade aos padres casados. Na caminhada do movimento crescemos, amadurecemos e vivenciamos situações diferenciadas.

    Fortaleza em dois momentos distintos foi palco de dois encontros nacionais. Em 1983 o Encontro do saudosismo e em 2012 o encontro do amadurecimento. Participei de ambos. Do V ao XIX houve uma virada muito grande. A  hospitalidade e a competência foram iguais, o que mudou foi o perfil dos participantes e os conteúdos abordados.

    Podemos afirmar que crescemos e amadurecemos. Lembro-me que na abertura do evento em 83 foi prestada uma homenagem ao padre casado mais novo e ao mais velho que participavam do evento. Fui convidado para compor a mesa por ser o mais novo com 41 anos e o Públio Calado, de Recife, com 70 anos, o mais velho. Vinte e nove anos depois estou com a idade de Públio naquela época, e ele, se vivo fosse, estaria com 99 anos.

    A média da idade do grupo era mais ou menos 55 anos, a grande maioria com filhos recém-nascidos, dando os primeiros passos numa vida secularizada, a preocupação com abolição do celibato obrigatório, como se predominasse um desejo inconsciente de retorno à igreja institucionalizada, uma espécie de saudade das cebolas do Egito.

    Hoje quase todos aposentados e avós, realizados profissionalmente, encontraram a sua identidade e estão conscientes do que nos disse Comblin em Recife: "O sacerdócio de vocês une-se ontologicamente a Cristo e não depende de nenhuma estrutura de igreja para funcionar. Façam... vocês estão mais livres para fazer acontecer, cada um dentro das suas particularidades e com seus talentos".

    Dentro desta ótica o XIX Encontro Nacional do MFPC foi uma continuidade e aprofundamento do que aconteceu em Recife. As palestras de Maria Soave, Manfredo Oliveira e Carlo Tursi, abordando os aspectos bíblico, teológico e existencial, mexeram bastante com os participantes, mostraram que outro cristianismo é possível e atingiram o âmago do espírito do Concilio Vaticano II na concepção do grande papa João XXIII: "É preciso sacudir a poeira imperial dos séculos". Ninguém melhor do que ele, profundo conhecedor da história da igreja, poderia ter consciência dos penduricalhos que deformaram a Igreja católica a partir do séc. IV. Com ele surgiu uma aurora na igreja, mas infelizmente com a sua morte estamos vivenciando um longo e tenebroso inverno.

    Concluo desejando que o próximo encontro de Curitiba em janeiro de 2015 siga a mesma linha e resgatando o pensamento do nosso saudoso Lauro Mota: "Os padres casados são sinal de uma nova igreja".

 

Almir Simões - Salvador

almirsim@ig.com.br

domingo, 7 de outubro de 2012

PALAVRAS AMIGAS - FALECIMENTO Pe ALBERTO OLIVEIRA

Prezados Irmãos e irmãs no Senhor,
Pax et Bonum!
Agradeço pela vossa atenção em nos comunicar, prontamente, os acontecimentos assim a vida circula e se efetiva a comunhão, sentimos pela partida de nosso irmão Alberto e entramos em oração também por D. Edna, a esposa. Que Deus nos abençoe a todos.
Pe. Caetano (Sao Luis-MA.)
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Caro Carlos, transmita a viúva do Pe. Alberto nosso sentimentos de
pesar pelo perda do esposo. Estaremos rezando e pedindo a Deus que
receba este nosso irmão na morada eterna.
Abraço, Antonio Evangelista - BRASILIA - DF
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queridos, obrigada pela comnicação,é mais um que se junta aos muitos que jã nos antecederam.Hoje 06 de outubro faz 3,9 que o meu amor foi para Deus.
Abreijs, Bernizzeth Zorthea - BAHIA
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Caro Carlos,
Aqui quem lhe escreve é um dos órfãos de pe. Alberto, o David, filho mais novo dele.
Gostei muito do texto, obrigado pela sincera homenagem nesse momento tão difícil! Sinto-me abraçado pelas mãos amigas do MPC e isso sempre teve imensa valia.
Se possível, gostaria de ter acesso aos livros de tombo de piquet Carneiro e de outros que contenham a vida de papai nesse período tão saudoso para ele. Essa história da seca de 58 , ele já havia me contado com os olhos marejados.
Grato pelas palavras e pelo carinho.
Forte abraço, David - FORTALEZA - CEARÁ
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sábado, 6 de outubro de 2012

PE. ALBERTO NEPOMUCENO DE OLIVEIRA - UM EXEMPLO DE VIDA CRISTÃ!

Alberto Nepomuceno de Oliveira nasceu em Pacatuba, Ceará, no ano de 1921. Cursou filosofia e teologia no velho e célebre Seminário da Prainha, em Fortaleza, ambiente  então , notadamente marcado,  por uma cultura,  diga-se de passagem,  "europeizada", visto que ali residiam , na condição de professores, alguns padres franceses, membros da Congregação da Missão,  ou Padres Lazaristas, sociedade de vida apostólica fundada,  em 1625,  por São Vicente de Paulo.
No dia 6 de março de 1955, Alberto chega a Piquet Carneiro, a fim de suceder ao Pe. Antônio Pinheiro Freire, no cargo de Vigário da Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, nomeado, que fora, por Dom Antônio de Almeida Lustosa, na época arcebispo de Fortaleza. De próprio punho, Pe. Alberto  assim se refere à sua vinda para nossa terra, e , por conseguinte, às impressões colhidas do seu primeiro contato com a paróquia local.  Uma verdadeira relíquia do nosso passado religioso, que vale a pena ser aqui registrada.  Veja-se: "Tomei posse da Paróquia de Piquet Carneiro, a 6 de março de 1955. Encontrei uma paróquia bem organizada, em todos os pontos, graças ao trabalho apostólico do primeiro vigário. Bem florescentes, as associações religiosas, na sede e nas capelas. Encontrei um povo bom e vontadoso, disposto a colaborar em todas as iniciativas do vigário. O povo tem bom espírito. A piedade em Piquet Carneiro (na matriz) é boa. Quase que a totalidade dos fiéis assisti à missa aos domingos. (...) Encontrei, também, boa piedade nas capelas, máxime em São Bernardo (ndr: hoje, Irapuan Pinheiro). Em Mulungu, encontrei um surto de protestantes, presbiterianos; em Ibicuã, igualmente, uns seis. (...) As primeiras sextas-feiras, na matriz, são concorridas, havendo muitas comunhões. A devoção dominante é ao Sagrado Coração de Jesus. O Apostolado da Oração, muito florescente. Os Vicentinos realizam um belo e organizado serviço de caridade. O Círculo Operário presta aos sócios uma louvável assistência, graças à dedicação e ao zelo da diretoria, que tem, à sua frente, liderando os movimentos, o sr. João Marques da Silva (seu Joca). Piquet Carneiro tem um Círculo Operário!." (Cf. Livro do Tombo - Paróquia de Piquet Carneiro - pág. 13 - Tomo I).

Na mesma fonte, isto é, o Livro do Tombo, encontramos um resumo, ano após ano, deixado pelo Pe. Alberto Oliveira, de seus feitos à frente da Paróquia de Piquet Carneiro. Resumo este, não apenas sob o ponto de vista do religioso, mas também em relação  a aspectos de natureza político-social.
Também nas páginas do Tombo,  não passou despercebida, da parte do cronista Alberto Oliveira, a crueldade com que a seca de 1958 açoitou nossos sertões. 
1955: "Em 1955, tive um ano normal. Houve inverno. Um novenário muito concorrido, por ocasião das solenidades do Padroeiro (ndr: Sagrado Coração de Jesus!). Dividi as páscoas em quatro classes: as crianças, as moças, as mulheres e os homens. Cada classe teve o seu retiro e o seu pregador próprio. Isto, na sede. Foi feita a desobriga, em vários dias, em cada uma das capelas, tendo sempre o vigário muito trabalho de confissões, exceto em Mulungu, cujo povo se desloca procurando, de preferência, desobrigar-se na matriz, por causa, talvez, da ajuda de um confessor extraordinário, e por ser muito perto da sede."
1956: "O ano de 1956 foi semelhante ao anterior no movimento paroquial. Houve um grande inverno e uma safra de algodão surpreendente. A ajuda que os paroquianos deram aos trabalhos paroquiais foi magnífica e com a ajuda do povo muito se pôde fazer."
1957: "Durante o ano de 1957, obedeci o mesmo programa de páscoas, de desobrigas, de festas religiosas. Da parte dos fiéis, as mesmas intenções e resultado. Durante o mês de dezembro, recebemos a visita dos missionários lazaristas que estiveram em Ibicuã, São Bernardo e na Matriz. Missões em 1957: Em Ibicuã, de 3 a 9 de dezembro: 2.391 comunhões; Em São Bernardo: de 10 a 17 de dezembro: 3.658 comunhões. Em Piquet Carneiro: de 18 a 24 de dezembro: 2.674 comunhões. Estas MISSÕES foram realizadas pelos revmos. padres João Alberto, Teodoro e André, todos lazaristas."
1958: "1958 fica na retentiva dos homens de Piquet pelo flagelo da seca com que martirizou estes sertões. Um ano difícil, de sofrimento, de nenhuma safra, de carência absoluta de gêneros, de muita fome, de debandadas, retiradas em massa para o extremo-norte ou o extremo-sul. A jovem cidade (Nr. P. Carneiro passou à cidade em 11 de agosto de 1957) despovoou-se a olhos vistos. As autoridades competentes, com um certo atraso, ofereceram trabalhos públicos: rodovias e ramal ferroviário para assistir aos pobres flagelados. O flagelo da seca, no território desta paróquia, comportava uma página. Eu digo tudo, dizendo que a seca de 58, em Piquet Carneiro, foi uma calamidade pública."
Pe. Alberto Oliveira concluiu os trabalhos de reforma e ampliação da matriz, com as construções, respectivamente, da TORRE, em 1956, e do ALTAR-MOR, solenemente consagrado em 27 de outubro de 1957.
A aquisição de um relógio para a torre de nossa igreja é  outra realização de seu  pastoral governo.
Numa época em que  a comunicação em Piquet Carneiro limitava-se, basicamente , ao telégrafo da estação ferroviária, Pe. Alberto mantinha,  na casa paroquial , um rádio amador, instrumento que lhe permitia estreitar contato com diversas pessoas.VIDA ACADEMICISTA E CARGOS EXERCIDOS NA VIDA PÚBLICA:  Alberto Oliveira é Licenciado em Pedagogia, Direito e Filosofia. Fez pós-graduação na Itália, e mestrado na França. Foi diretor de dois colégios do estado e membro do Conselho Estadual de Educação. Por concurso público, tornou-se professor do Liceu e da Universidade Estadual do Ceará. Ocupou as funções de Presidente da FUNABEM, secção do Ceará, e da Fundação Educacional de Fortaleza. Membro da OAB e da ACI. Pertenceu à Assessoria Especial da Governadoria e à Procuradoria Judicial do município de Fortaleza.
LIVROS PUBLICADOS: Juventude, Crise e Educação; Droga - Perigo Nacional; Ressonâncias - poesias; Organizar para servir; Sociologia da Comunicação Social; Educação Permanente; Pedaços de uma vida (autobiografia); A Cigana Disse (romance - em preparo); Israel, Sua História e Seu Povo; Páginas que ficaram (crônicas de suas andanças pelo sertão).
     Em fins da década de 1960, Pe. Alberto solicitou ao Vaticano dispensa do ministério sacerdotal.  Hoje, casado, com Edna M. Barbosa de Oliveira, teve três filhos: Alberto Filho, André e David. Formou uma família cristã onde reinava sempre o amor e o respeito entre seus membros e com o próximo. Foi um dos Padres fundadores do Movimento da Família dos Padres Casados do Ceará, do qual participou com muito amor e ardor durante muitos anos. Residiu em Fortaleza até o dia 05 de outubro de 2012 data do seu falecimento. O seu sepultamento se deu na sua cidade natal Pacatuba no dia 06 de outubro de 2012.

Fontes: MFPC CEARÁ E Texto do Prof. Osmar Lucena Filho  que teve como FONTES DE CONSULTA: 
Livro de Tombo da Paróquia de Piquet Carneiro - TOMO 1, de 1948-2006; "Israel: Sua História e Seu Povo", livro de autoria de Alberto Nepomuceno de Oliveira. Imprensa Oficial do Ceará - IOCE, 1989. No tocante ao  "rádio-amador", depoimento que me foi prestado por meu pai, Osmar Pereira de Lucena, colaborador do vigário em pauta.

FALECIMENTO PE. ALBERTO NEPOMUCENO DE OLIVEIRA - MFPC - CEARÁ

 NO DIA 05 DE OUTUBRO DE 2012 AS 08:30 DA MANHÃ OCORREU O FALECIMENTO DE NOSSO IRMÃO Pe ALBERTO NEPOMUCENO DE OLIVEIRA. 

O VELÓRIO ACONTECEU NA FUNERÁRIA TERNURA LOCALIZADA NA RUA PADRE VALDEVINO, 2255 - ALDEOTA.

AS 17h30min ACONTECEU A MISSA DE CORPO PRESENTE NA PRÓPRIA FUNERÁRIA TERNURA.

NO SÁBADO, 06 DE OUTUBRO DE 2012 AS 08 HORAS O CORPO FOI TRANSLADADO PARA PACATUBA (SUA TERRA NATAL) ONDE FOI SEPULTADO.

O Pe ALBERTO ERA UM MEMBRO FUNDADOR E ATUANTE NO MFPC DO CEARÁ. PROFESSOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ, MEMBRO DA ACADEMIA CEARENSE DE LETRAS, ESCRITOR E POETA.


TELEFONE DA SENHORA EDNA OLIVEIRA: (85) 32341496
Deixamos aqui nossos sentimentos e desejamos que sua família tenha o conforto necessário neste momento tão difícil. "Para quem crê, a morte é apenas mudança de uma aparência passageira, Jesus Cristo nos garante; a saudade triste, que hoje nos aflige, traz consigo a esperança de que um dia nos encontraremos de novo para nunca mais nos separarmos"
ATENCIOSAMENTE
CARLOS E ROSA - SECRETARIA - MFPC - CEARÁ