segunda-feira, 30 de junho de 2014

PAPA FRANCISCO

Irmãos bispos, de que temos nós medo? Porquê? Onde pomos a nossa segurança? - Papa na Missa de São Pedro e São Paulo




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O Papa Francisco preside na manhã deste domingo 29 de junho, na basílica de São Pedro, à Missa da solenidade de São Pedro e São Paulo, com a imposição a 24 arcebispos provenientes de todo o mundo do “pálio”, insígnia litúrgica símbolo da respetiva dignidade e jurisdição, a exercer em comunhão com o Papa e a Igreja de Roma. A celebração teve início às 9h30.

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PAPA FRANCISCO


Há mais cristãos perseguidos hoje do que nos primeiros séculos – o Papa na Missa em Santa Marta



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Há mais cristãos perseguidos hoje do que nos primeiros séculos – esta a principal mensagem do Papa Francisco na Missa em Santa Marta na manhã desta segunda-feira, 30 de junho, dia em que se faz memória dos Mártires da Igreja Romana, cruelmente assassinados no ano 64 na colina do Vaticano por ordem do Imperador Nero após do incêndio de Roma.


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IGREJA


A Igreja ante os desafios do presente

Vaidade na Igreja x
A Igreja Católica tem ocupado insistentemente o noticiário nos últimos tempos e lamentavelmente para nós, que somos parte dela no mesmo sentir e na mesma pertença, não muito positivamente. Os escândalos da pedofilia entre membros do clero e mesmo do episcopado parecem ter destapado uma grande panela de pressão, obrigando a instituição mais antiga do mundo a rever-se em profundidade em vários pontos.Acreditamos que isso não deixa de ser positivo. No contexto da grande e radical mudança de época que vivemos, ser levada a olhar-se a si mesma com olhar crítico e procurar trazer à luz pontos problemáticos que apontam para uma necessidade de conversão é uma graça que Deus nos dá neste momento da história. E, como tal, necessita ser muito bem vivida, não pode nem deve deixar de ser aproveitada.
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ESPERANÇA

A esperança como atitude crítica

304Frei Betto   –   A esperança é uma das três virtudes teologais, ao lado da fé e do amor.
Rima com confiança, termo que deriva de fé: quem acredita, espera; e quem espera, acredita. Esperar é confiar.
 

Vivemos um momento novo da história da América Latina. Com a eleição de governos democrático-populares, a esperança dá sinais de se transformar em realidade. Há esperança de que se priorizem as questões sociais e se reduzam significativamente as desigualdades que caracterizam o Continente.
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sexta-feira, 27 de junho de 2014

OUTRO LEGADO DA COPA




Carta Capital

Adital

Por Laurindo Lalo Leal Filho

Além de estádios, aeroportos e alguns novos serviços de transporte, a Copa do Mundo no Brasil deixa um outro grande legado: a certeza de que precisamos ampliar a liberdade de expressão no país.
Restrita a alguns jornalões diários, a revistas semanais monocórdicas (com exceção da Carta Capital) e a um conjunto oligopolizado de emissoras de rádio e TV, a informação homogênea, já denunciada há muito tempo pela mídia alternativa, tornou-se cristalina nesta Copa.
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ELE FALAVA COM AUTORIDADE



Pe. Alfredo J. Gonçalves


Adital

Como ponto de partida, convém assinalar a distinção entre autoridade e autoritarismo. Este constitui o exato oposto daquela, negando-a em sua raiz mais profunda. A autoridade, de fato, nasce e se difunde não com o grito e a força, o domínio ou a opressão. Ao contrário, cresce com o testemunho, a persuasão ou com os argumentos da razão. Por que "Jesus ensinava como quem tem autoridade” (Mc 1,22)? De onde lhe vem esta? Emergem, de imediato, alguns aspectos da autoridade inquestionável de Jesus: a intensa escuta da vontade do Pai, a continuidade/descontinuidade com a tradição religiosa do Povo de Israel, a sensibilidade para com os pobres e marginalizados, os espaços de partilha do pão e da vida.
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“Não estamos caminhando para uma sociedade homogênea, medianizada, mas para uma sociedade mais polarizada”. Entrevista especial com Márcio Pochmann


“Hoje vivemos em uma sociedade de serviços, e isso requer um reposicionamento do Estado brasileiro em relação a essa questão. Inclusive as manifestações ocorridas desde o ano passado têm demandas voltadas para os serviços, sejam privados ou públicos: bancários, de saúde, de educação, de transporte”, pontua o economista. 

 Foto: www.ceviu.com.br
O cenário econômico e social brasileiro “repete o que ocorreu no pós-guerra nos países desenvolvidos”, assinala Márcio Pochmann à IHU On-Line, ao analisar as políticas públicas que favoreceram a ascensão econômica de uma parcela da população, sem com isso garantir a incorporação dessas pessoas à classe média. “O que está acontecendo no país é a pauta que o novo sindicalismo foi construindo desde as greves dos anos 1970, ou seja, crescimento dos salários de acordo com a produtividade mais a inflação, melhora nas políticas de renda, etc. Tudo isso permitiu uma ampliação do acesso ao consumo, melhorou a renda, o emprego, mas os valores continuam os mesmos. (...) Então, imagino que não é possível fazer essa transição da classe trabalhadora para a classe média sem uma mudança na estrutura produtiva, e isso depende de ações mais abrangentes do que essas que nós tivemos até o momento”, adverte.
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PAPA FRANCISCO

Deus, Pai terno que nos ama e leva pela mão – o Papa em Santa Marta nesta sexta-feira




No dia da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus o Papa Francisco em Santa Marta afirmou que Deus é um Pai que nos ama ternamente. Ele dá-nos a graça e a alegria de celebrarmos no coração do Seu Filho as grandes obras do seu amor. E na sua meditação o Santo Padre salientou dois traços característicos do amor:

“Há dois traços do amor. Primeiro, o amor está mais no dar que no receber. O segundo traço: o amor está mais nas obras do que nas palavras. Quando nós dizemos que é mais no dar que no receber, é que o amor comunica-se: sempre se comunica. E é recebido pelo amado. E quando dizemos que é mais nas obras do que nas palavras, o amor sempre dá vida, faz crescer.”
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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Apresentado Documento de trabalho para o Sínodo de Outubro sobre "Os desafios pastorais da família"


“A família é um elemento essencial para todo e qualquer progresso humano e social sustentável.” – esta a mensagem tweet do Papa Francisco, neste dia em que foi divulgado o texto preparatório – o chamado “Instrumento de trabalho” - do Sínodo extraordinário de outubro próximo que terá como tema “Os desafios pastorais da família, no contexto da evangelização”. Numa conferência de imprensa, hoje ao meio-dia, foi apresentado este texto, divulgado nas seis línguas oficiais do Sínodo: alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e português.
O Evangelho da família; as situações familiares difíceis; a educação para a vida e na fé no núcleo familiar: são as três áreas em que se desenvolve o Instrumentum Laboris. O documento contém e sintetiza as respostas ao questionário sobre os temas do matrimónio e da família, contido no Documento preparatório ao Sínodo, publicado em Novembro de 2013.
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Primeiro papa pós-colonial?


Primeiro papa pós-colonial? Quando Bergoglio fala como Gramsci e Che Guevara
  
O papa falou de indiferença e de ternura. O primeiro é um tema gramsciano, a segunda é a mesma invocada por Ernesto Guevara de la Serna, conhecido como "Che". Não, isso não é suficiente para fazer do papa um revolucionário. Ele não o é, não pode sê-lo – continua sendo sempre o sucessor de Pedro e senta-se no seu sólio. No entanto, a sua linguagem é simples e direta, que fala ao povo, às massas. "Eu senti que eu devia vir aqui hoje para despertar as nossas consciências", disse ele em Lampedusa.
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O novo fronte do papa pós-colonial. Artigo de Massimo Franco


O novo fronte do papa pós-colonial. Artigo de Massimo Franco
  
A involução da situação política no Iraque e o impasse na Síria são duas faces desse perigo, que o Papa Francisco tentou frear e combater com iniciativas calibradas sob um perfil exclusivamente religioso: talvez justamente porque ele mediu todas as suas implicações estratégicas.


A análise é do jornalista italiano Massimo Franco, colunista político do jornal Corriere della Sera, em artigo publicado no caderno La Lettura do mesmo jornal, 22-06-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
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Como vencer as barreiras da individualidade?

120Há um esforço de entender a alteridade, o estrangeiro, como semelhante a ser respeitado”, diz o teólogo.
Entrevista especial com Márcio Fabri dos Anjos

Confira a entrevista.
“Como nós conseguiremos vencer as barreiras da individualidade, visto que estamos muito potencializados como indivíduos? (…) Quais teorias nos ajudam a sair desse embrulho, dessa confusão?”, pergunta o teólogo Márcio Fabri dos Anjos, em entrevista concedida pessoalmente à IHU On-Line, quando participou do Congresso Continental de Teologia, na Unisinos. Para ele, é preciso retomar um “pensamento mais ontológico, centrado na constituição do ser”. Diante desse desafio, a Igreja também tem uma missão no sentido de “pensar o que significa a missionariedade da Teologia Moral, ou seja, uma comunidade que não é feita para si própria, mas sim feita para os outros. A Igreja não é para si mesma; por isso que o envio, a missão é fundamental na vida do cristão”. E complementa: “A Teologia Moral se vê também como missionária, mas para ser missionária, ela tem que ser Ética Teológica, não pode ser uma imposição dos padrões que se vivem internamente para as outras pessoas”.
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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Diante do xingamento dos abastados, meu desabafo cristão.



Pe. Djacy Brasileiro

Adital
-"Padre Djacy, de um tempo pra cá, nossa vida melhorou, não totalmente, mas melhorou, graças a Deus. O povo pobre é lembrado e tratado com mais dignidade”.
Estava calado, sem nada pronunciar. Só fazia ouvir atentamente. Ouvia palavras duras, palavras tão agressivas, que faziam sofrer minha pobre alma. Nada dizia. Ficava absorto nos meus pensamentos. Silenciosamente gemia, e gemia de indignação, de revolta, de tristeza.
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